sábado, 8 de janeiro de 2011

Operação no Pacajá

Hoje o município de Pacajá, vive uma crise ambiental, devido a tradição antiga e o projeto de colonização das terras deserta no Pará, com o famoso ditado integrar para não entregar, assim muitos município que estão ao redor da transamazônica que por sinal é uma péssima rodovia.
Os governantes do município estão tentando fazer o possível, porém precisam do auxílio das autoridades federais e estaduais, com suporte e pretensões de real desenvolvimento o estadual e municipal, e não somente alguns municípios ou apenas algumas legendas aliadas.
O município ter problemas visíveis, devido o local ser de difícil acesso e alguns profissionais não quererem ir trabalhar no local, e o município não ter uma renda satisfatória para levar profissionais que façam questão de morar no mesmo.
Hoje em dia, orgãos fiscalizadores ambientais, e os governantes do Brasil que, alguns anos atrás tinham interesse de ocupar a região, não dão suporte e tentam controlar problemas ambientais existentes no Pacajá, que surgiram similar aos problemas de saneamento básico, onde dá-se a casa, porém não dão o saneamento para a localidade da casa, esses orgãos fiscalizadores ambientais fazem igualmente ao sistema penitenciário,  ao invés de suporte para todos moradores do Pacajá ter o conhecimento que existem normas, mesmo que seja no mato, ao invés de ajudarem os pobres coitados a se desenvolverem e se adequarem nas normas ambientais, vão lá com poder de polícia e intimidam, invadem e apavoram os moradores do município, que vivem em situação precária.
Os orgãos fiscalizadores ao invés de ir intimidar, cobrar e ir multar deveria pelo menos fazer palestrar de educação ambiental, e informar aos moradores do estado e do município os problemas existentes, teria pelo menos mas sucesso na hora de cobrar o direito do estado que creio que pensa somente em arrecadar na força, e os muitos coitados que nem sabem ler estão sendo penalizados e torturados.
Com os acontecimentos a prefeitura está sobrecarregada, e busca desesperadamente solução para seus problemas, que até possibilidade de sofrer embarco se não achar alguma solução ambiental.
Contudo, espero que este estado desenvolva igualmente, que seja soberano, que se faça valer a lei para todos, que seja justo com o povo, que seja o Pará ou tristemente divida-se.